Artigo Gratuito Para Doadores do ToZ: O Mês de Janeiro – A Mensagem de Janus
O mistério de Janus, desde o tempo da Roma Antiga, era uma das celebrações mais importantes de Roma. Com o passar do tempo, o conhecimento do Grande Deus começou a ser sepultado sob os escombros, à medida que as pessoas deixavam de se lembrar dele, apesar do seu nome ser o nome do mês de janeiro, o primeiro mês do calendário gregoriano.
As três primeiras letras do nome de Janus, IAN, contêm dois elementos importantes do grego antigo: I, que é a letra Η, significando “ou”, e “AN”, que significa “se”.
Dentro deste código, podemos ver as duas perguntas importantes que fazemos antes de embarcar em cada escolha na vida: o elemento “ou”, esta ou aquela escolha, e a palavra "se". Teremos sucesso? Seremos capazes de lidar com as coisas? Ou será melhor ficar onde estamos? Se o fizermos, o que acontece depois? E “se”...?
Nesta data, estava presente um simbolismo importante: o que existia antes, já não existe. No entanto, o símbolo de Janus seria utilizado para tal; a passagem e o caminho, a porta para outras coisas, maiores ou menores. O estudante precisava de seguir em frente na vida, e havia uma porta à sua frente no Ritual do Ano; contudo, era o aluno que precisava escolher atravessá-la de livre e espontânea vontade.
No Zevismo, temos muitas portas e muitas passagens que devemos percorrer para avançar. A nossa escolha pessoal depende disso. O quanto estamos preparados para a mudança e o crescimento, e a nossa vontade de atravessar cada porta, determinará o nosso sucesso nas passagens ascendentes do poder, da consciência, da riqueza ou de todas as outras áreas de sucesso. Este procedimento é absolutamente necessário, pois não se consegue ver, antes de se optar por abrir uma porta, o que está por detrás da mesma.
Da mesma forma, Janus rege ritos como a Dedicação da Alma. Podemos ler sobre o que está por detrás da porta que estamos prestes a atravessar, podemos fazer estimativas e podemos certamente perguntar a um Mestre que já passou por ela ou podemos visualizar qual poderá ser a realidade depois da porta. Contudo, a menos que a atravessemos, nunca saberemos.
A Suma Sacerdotisa Maxine escreveu de forma muito vívida sobre a Verdade do Zevismo. Há uma porta atrás de si que se fecha com força quando entra, um novo mundo que se abre depois disso, não se pode voltar atrás. Se prestarmos atenção a esta afirmação, o fechar da porta atrás de nós é simbólico da capacidade de escolha. Embora certas escolhas possam ser desfeitas, outras não; não porque não as possamos cancelar, mas porque o que se vê, nunca poderá ser desvisto.
Hoje em dia, a nossa civilização já não celebra Janus como os antigos romanos, ou os povos que os antecederam. Hoje em dia, falta-nos também um profundo entendimento em relação às nossas escolhas, aos seus benefícios ou às responsabilidades que acarretam. A maioria das pessoas nem sequer sabe onde está a porta. Nós sabemos; Por isso, sintamo-nos sempre abençoados por conhecermos a existência da porta para a Liberdade Espiritual.
Que o mês e o nome de Janus sejam glorificados, e que todos nós trilhemos os melhores caminhos neste ano.
-HPHC 666