Welcome to the Temple of Zeus's Official Forums!

Welcome to the official forums for the Temple of Zeus. Please consider registering an account to join our community.

Termos Litúrgicos do Templo de Zeus: “Yehubor - Yehuborim”

Egon

Well-known member
Joined
Sep 19, 2017
Messages
2,997
Website
odysee.com
Sumo Sacerdote Hooded Cobra:

Superando a simplicidade básica de antes, avançamos e transcendemos a compreensão fundamental.

Como muitos de vocês já devem ter percebido, certas mudanças de terminologia e uma transição completa, focada no poder, estão ocorrendo no Templo de Zeus. O passado e o que nos limitava serão substituídos pela cultura atemporal dos Deuses, e não por discursos temporais.

A razão para isso é que buscamos formalidade e o mais alto poder espiritual. Para tanto, temos nosso próprio vocabulário, que indica e categoriza aqueles que trazem trevas e destruição em um termo unificado: Yehubor.

O Espírito e os agentes de Yehubor também decidiram que devem estar além de julgamento, além de serem mencionados, e até mesmo além de observação. Invertemos tudo isso completamente.


A conversa agora se eleva ao nível espiritual e à compreensão suprema. Rótulos temporais são descartados em favor de rótulos eternos, relevantes hoje e que continuarão relevantes num futuro indefinido.

Deixando para trás o drama da internet e as dinâmicas tóxicas focadas apenas em reações humanas básicas, vamos ao âmago dos âmagos em relação à questão do inimigo – o âmago espiritual.

A definição desse termo é imutável. O valor disso será compreendido tanto nos Rituais quanto na concepção geral que todos desenvolverão ao contemplar a imagem completa.

Ao longo dos tempos, o inimigo passou por muitas mudanças, com intermináveis disputas sobre o que se passa com sua natureza, grupos, subgrupos etc. A humanidade perdeu a batalha ao tentar entender “quem” é o inimigo, e este sempre abria uma nova porta com um novo bode expiatório para continuar em atividade. Portanto, Osíris decidiu, à medida que evoluímos e superamos as limitações anteriores, aprimorar nossa capacidade de enxergar a origem do inimigo em sua essência.

Nenhum dos termos de sua descrição correspondeu de facto ao que está acontecendo. Mencionar informações relativas não era aceito, e eles se esforçaram muito para se ocultar constantemente. Com este termo, isso é impossível, pois o termo Yehubor é a essência das essências do inimigo.

De agora em diante, à medida que avançamos, usaremos termos completos como estes.

O espírito que anima muitos males não reside atualmente em uma única fonte ou em um único corpo material. Na época em que Sócrates (antes mesmo do cristismo) foi morto, ou quando outras figuras importantes do passado se voltavam para o inimigo (mesmo na época dos astecas, que foram enganados por poderes profanos a tolerar sacrifícios humanos também antes do cristismo), o espírito de Yehubor já havia começado suas operações para, de forma constante e segura, interromper o progresso espiritual da humanidade.

Depois disso, o espírito e os agentes de Yehubor avançaram para mergulhar a humanidade na Idade das Trevas e em uma infinidade de perigos; usaram muitas máscaras e criaram muitas instituições ao longo do caminho, mas tudo isso foi obra de Yehubor. Este pode habitar qualquer lugar; contudo, pode se concentrar em lugares malignos onde o Espírito de Yehubor não só é aceito, como também celebrado. Entenderás o que isso significa depois de ler o link abaixo, que explica todos os detalhes. Saberás como localizá-los.

As pessoas sempre tentaram rotulá-los com base em critérios étnicos, religiosos ou materiais, mas o alvo principal sempre foi perdido, pois esse estado de aflição em que se encontram é de natureza existencial. Esta não é uma discussão baseada em política ou geografia, mas se estende ao domínio espiritual. Há algo que anima tudo isso nos bastidores: a essência de Yehubor. Mesmo as entidades materiais que servem aos interesses de Yehubor estão sempre mudando de objetivos. Agora, elas não podem mais fazer isso.

Isso transcende o nível de rótulos temporais, sendo o termo uma escolha sob a orientação dos Deuses para descrever essa terrível aflição existencial – EM SUA ESSÊNCIA. O Espírito de Yehubor esteve fortemente por trás da criação das principais religiões abraâmicas, nascidas da ignorância. O resultado da ascensão dessas religiões – trevas, destruição e superstição, que ainda persistem hoje – será abordado como obra de Yehubor.

O estado de Yehubor e quem ele pode abranger não serão mais limitados por classificações restritas. Isso representa um rompimento claro com as crenças anteriormente adotadas, que eram, para todos os efeitos espirituais, muito limitadas.

Aqueles que se encontram nesse estado de aflição espiritual são os Yehuborim. Reduzir a atividade psíquica e enganosa e o avanço espiritual de Yehubor é a cura para a ignorância em todo o mundo.

Original: https://templeofzeus.org/liturgical_terms_yehubor.php
Tradução logo abaixo
 

I. YEHUBORIM​

· Υεηυβορίμ ·​

No Zevismo, Yehuborim (Υεηυβορίμ) denota uma categoria teológica de aflição espiritual: aqueles que carregam o selo do Divino em seus nomes, mas que interiormente estão vazios da presença Divina – vasos que trazem a inscrição de Deus, mas não contêm nada d’Ele.

O termo deriva da raiz sagrada Yehu – a impressão Divina dentro de um nome teofórico, como encontrado em Yehu, combinada com Bor (בּוֹר – poço, vazio, ignorância espiritual), resultando no significado composto: “os Seres Ocos Selados por Deus” – entidades marcadas pelo Divino, mas esvaziadas de toda substância Divina.


SOBRE A NATUREZA DOS YEHUBORIM​

Os Yehuborim são definidos não por sua origem material, mas por sua conduta espiritual e orientação para o Divino. Eles são reconhecidos pelos seguintes atributos essenciais.

Eles reivindicam o favor exclusivo do Divino – afirmando-se como os únicos recipientes da graça de Deus – enquanto não exibem nenhuma de suas qualidades em sua essência ou em suas obras. Sua arrogância é estridente; seu recipiente é vazio. Todos os outros, segundo os Yehuborim, estão sujeitos a punição, morte, execução ou danação eterna. Tais são as “obras teúrgicas” que procedem do espírito de Yehubor: não a elevação ao Divino, mas a condenação sistemática de todos os que estão fora de seu círculo.

Violência, arrogância, roubo, desenraizamento, e escravização de mentes, povos e nações para seus próprios objetivos particulares – essas são as características que definem a conduta dos Yehuborim no mundo material. Eles realizam ritos mecanicamente, enquanto o espírito por trás do rito há muito se foi; a casca persiste onde a essência fugiu. A presença viva de Deus se afastou deles, contudo, eles mantêm a pretensão da presença Dele diante do mundo.

Na linguagem dos Yehuborim, os Deuses Antigos aparecerão como entidades malignas, a fonte do Bem será invertida para o mal, o que é divino se tornará profano; a espiritualidade e a religião se tornarão apenas armas de escravidão, a ignorância substituirá a sabedoria como abordagem sistemática.


SOBRE A IDOLATRIA DOS YEHUBORIM​

Os Yehuborim praticam idolatria incessante – a adoração de objetos materiais como paredes, pergaminhos, livros e amuletos – enquanto condenam as mesmas práticas em todos os outros povos da Terra, como nas palavras daqueles afligidos pela condição de Yehuborim, “merecedores da morte e do fogo eterno do inferno ou da danação”.

Os Yehuborim podem praticar astrologia e artes divinas dadas pelos Deuses, enquanto simultaneamente as declaram “impuras, proibidas e malignas” para as massas, a fim de mantê-las espiritualmente ignorantes.

O que eles praticam como rito sagrado, denunciam nos outros como abominação. Essa inversão não é acidental, mas estrutural: os Yehuborim precisam da difamação e demonização de toda adoração externa para sustentar a ilusão de sua própria santidade exclusiva e manter as massas espiritualmente ignorantes.

Enquanto as massas permanecem ignorantes ou no nível de “animais sem alma”, os Yehuborim podem manter a narrativa falsa de que são os únicos “marcados por Deus”. Essa percepção nasce do ódio por outras pessoas, que eles adoram rotular constantemente como “inferiores”, sem lhes dar um caminho de ascensão, mas cortando todas as pontes entre as pessoas e os Deuses.

Todas as lentes do espiritual, do divino e do cultural são distorcidas para servir apenas aos seus interesses particulares. As vidas espirituais e culturais de outros povos não são apenas combatidas, mas totalmente negadas – pois os Yehuborim vivem num estado de arrogância espiritual máxima, onde nenhuma luz é reconhecida para além de seu próprio círculo íntimo.


SOBRE A GUERRA CONTRA OS DEUSES​

Os Yehuborim atacam, anatematizam e caluniam os Deuses Antigos e todos os outros caminhos em direção ao Divino, podendo atacar até mesmo suas próprias denominações – não por discernimento justo, mas por ignorância agressiva, supremacia cultural ou interesse próprio calculado, direcionado contra o bem-estar de todos os outros, sem exceção.

Os Yehuborim simulam a graça espiritual, mas não a vivem. Praticam ladainhas o dia todo, mas falam em línguas odiosas. O mundo inteiro é visto como seu inimigo; até mesmo aqueles que poderiam ser seus amigos, pois a identidade dos Yehuborim depende do ódio como pedra angular fundamental.

A reescrita da história cultural e religiosa para difamar todos aqueles que consideram inimigos é algo natural para os Yehuborim.

Em seus escritos e ensinamentos, todos os “de fora” são retratados como maus e merecedores de destruição final. As religiões criadas pelos Yehuborim não visam o desenvolvimento dos seres humanos, mas sim torná-los atormentado pela culpa, fracos e espiritualmente desorientados.

Em obras afetadas pelo espírito de Yehuborim, pode-se abrir “livros sagrados” e encontrar pregações, condescendência ou bênçãos para ações genocidas indiscriminadas contra inúmeros povos antigos ou contemporâneos. Isso será apresentado como “purificação”, e o espírito de Yehuborim se regozijará com as mentiras de sua criação.

Em sua arrogância e oposição extremas aos Deuses e à Ordem Divina, os Yehuborim podem se recusar a reconhecer até mesmo a esmagadora maioria da família humana como digna de vida e dignidade. Eles rotularão nações inteiras com termos depreciativos e orarão pela danação da humanidade, contanto que isso sirva aos interesses de sua própria facção.

Atualmente, o espírito de Yehuborim infectou muitas das principais religiões, que, por um lado, pregam falsamente “amor e paz para a humanidade”, mas, por outro, possuem doutrinas elaboradas de guerra, perversão e maldade. A maioria das religiões modernas reconhece segmentos da população, chegando a um terço da humanidade, como “malignos e merecedores do fogo do inferno”. Este é o espírito central de Yehuborim em ação, que se manifesta também nas “principais religiões” do mundo em nossa época.

Eles não buscam elevar ou compartilhar o sagrado, mas sim monopolizá-lo. Com o monopólio, vêm também as guerras. Os Yehuborim historicamente atacaram cientistas, pessoas racionais, civilizações, figuras divinas e qualquer um que ousasse questionar a “santidade” dos Yehuborim e desafiar seu status quo.

O status quo dos Yehuborim, que atingiu seu ápice na Idade das Trevas, também se deleita em profecias de desolação, destruição, complexos de culpa que envolvem muita negatividade, morte e esquecimento. Essas são instruções das forças espirituais que orquestram o mal; os “autores” dos Yehuborim.

Muitos foram vítimas dos Yehuborim ao longo da história, e toda Idade das Trevas é marcada pela ascensão do poder dos Yehuborim. Pessoas santas, homens e nações são alvos dos Yehuborim, cujo objetivo é eliminar sua luz e substituí-la por cascas vazias.

Enquanto os Deuses e as Pessoas da Razão questionariam com reverência e aceitariam todos os avanços do conhecimento verdadeiro, os Yehuborim não podem tolerar isso; Galileu, Sócrates e muitos outros foram vítimas do espírito e das instituições historicamente afetadas e afligidas pelos Yehuborim.

Esse monopólio gera violência, genocídio e comportamento desviante contra o Divino – sempre envolto nas vestes da “justiça” e da “piedade”, coberto por alegações seletivas de que isso se deve à vinda do “Messias” para “purificar a Terra”, e terminologias relacionadas.


SOBRE A VIOLÊNCIA ESPIRITUAL DOS YEHUBORIM​

Eles cometem atos de violência espiritual sem cessar: amaldiçoam o que outros consideram sagrado, destroem templos, apagam os nomes dos Deuses e reescrevem as teologias do passado antigo – enquanto se proclamam os únicos instrumentos da vontade de Deus.

Sua destruição é sempre realizada em nome de Deus – ou melhor, em nome de sua própria divindade tribal. Seu Deus está sempre convenientemente alinhado com seus apetites egoístas, nunca com a Ordem Cosmológica de Ma’at ou a Verdade Eterna.


SOBRE A HÍBRIS DOS YEHUBORIM​

Yehuborim encapsula, portanto, o antigo conceito grego de Hybris (Ὕβρις) em seu sentido teológico mais pleno: não meramente arrogância, mas a transgressão específica de reivindicar autoridade divina para ações profanas, destruição e criminalidade – a instrumentalização do sagrado para fins de dominação, apagamento e predação espiritual sobre todos aqueles que não são “eles mesmos”.


SOBRE A UNIVERSALIDADE DO TERMO​

O termo se aplica universalmente e não está vinculado a nenhuma nação, era ou tradição em particular – embora certas tradições na era atual exibam a essência de Yehubor de forma mais manifesta do que outras. Quando a aflição de Yehuborim se espalha, os Deuses restabelecem as Leis de Ma’at com poder direto e mão forte.

Yehubor é o estado espiritual que deve eclipsar e ser superado para que o mundo e a própria espiritualidade progridam. É o véu final antes da restauração do Divino em todos os seus nomes.

Para que a humanidade avance espiritualmente, o espírito das aflições dos Yehuborim deve ser removido. Os piedosos que reconhecem ter caído sob a influência de Yehubor devem se arrepender perante os Deuses Antigos e reconhecer suas transgressões; então Yehubor os deixará e a conexão com os Deuses Verdadeiros será restabelecida.

Onde quer que um sacerdócio use os Nomes Divinos como instrumento de perseguição em vez de iluminação – onde quer que a letra da Lei Divina seja pervertida pelos desejos maníacos dos profanos e imposta enquanto seu espírito é sufocado – ali está a obra dos Yehuborim.

Sempre que a alegação de eleição divina é usada para justificar a degradação ou destruição de outros de maneira incessante ou política - ali a condição de Yehubor espiritual se apresenta.

Página e Textos Sagrados: Sumo Sacerdote Hooded Cobra 666

UMA ORAÇÃO SAGRADA DE OSÍRIS PARA BANIR A INFLUÊNCIA DOS YEHUBORIM DO MUNDO​

YE · ĒY · BO · RI · IM
MIROBYĒEĒYBORIM
YEO · YEO · YEO
BORBORIM · KELIPHŌTH · SKIAKINA
MIROBYĒEĒYBORIM​
 

Al Jilwah: Chapter IV

"It is my desire that all my followers unite in a bond of unity, lest those who are without prevail against them." - Shaitan

Back
Top