Recentemente, enquanto dormia, tive uma projeção astral e voltei ao passado.
Em minha visão referente ao período do regime Nacional-Socialista da Alemanha, percebi a ilusão dos "campos de concentração". Na verdade, não existiam; eram invenções de uma imprensa sensacionalista que queria alimentar uma visão conservadora. O objetivo era promover a luta entre esquerda e direita, apoiar as convenções sociais atuais, criar uma polarização e um tipo de "progressismo", além de uma tentativa frustrada de homogeneizar as pessoas a nível global e, no fim, conspirar contra nós.
Na minha visão, não vi aqueles "grupos de pessoas" sendo atacados por razões raciais, questões de saúde, problemas financeiros nem nada parecido. É certo que o regime Nacional-Socialista da Alemanha tomou certas providências, porém, nada aconteceu como as escolas ensinam, como os jornais mostram, como as redes sociais promovem, como as pessoas contam.
Vou focar nas questões "de gênero" e de "orientação sexual", que são outra falácia. Eu não vi ninguém ser perseguido por suas preferências sexuais ou por suas expressões pessoais, não existia uma lei escrita nem uma prática institucionalizada que especificasse ou incentivasse isso. Eu vi que alguns poderiam saber o que era o sentimento afetivo e o compromisso entre homens, além de eu ter visto que existia muito contato corporal entre homens (não confundir com as profanações que às vezes podemos ouvir entre alguns grupos de idosos e alguns grupos de adolescentes conversando pelas ruas). Também vi que sempre era incentivado que os homens fossem corajosos e valentes, NÃO VIOLENTOS NEM INSENSÍVEIS. Algo semelhante vale para as mulheres, adaptado às situações de natureza feminina. No entanto, a natureza masculina e feminina não se baseava nessa ideia "normativa" ou "opressiva" que se sugere atualmente.
Com relação a criminalizar alguém por "sair dos papéis de gênero", por ser "homossexual" ou qualquer falácia moderna a respeito da sexualidade, eu vi que alguns poderiam não estar acostumados com dinâmicas diferentes do que conheciam, mas em minha visão o máximo que eles fariam seria dizer "isso parece estranho para mim, não estou acostumado com isso, mas a vida é de vocês e afinal isso é normal". Sim! Eu vi exatamente assim, eu não vi ninguém em nenhum momento criticando a vida alheia, excluindo ninguém nem perseguindo ninguém por esses motivos infundados que a sociedade tanto comenta e que hoje são "formalmente" conhecidos. Tampouco havia "namorinho" como se vê entre adolescentes hoje em dia; o casamento era incentivado com seriedade, mas não se via a sociedade forçando, coagindo ou culpando alguém por não se relacionar com ninguém ou por preferir estilos de vida menos conhecidos. Não vou me concentrar em outras dinâmicas, como trisal, homossexualidade especificamente feminina, autismo, TDAH, profissões mais ou menos conhecidas, minorias sociais, igualdade, direitos humanos ou quaisquer falácias. que foram normalizadas; não trarão real evolução, só vão sustentar os desejos egoístas de quem não é útil, de quem não tem a oferecer e de quem quer se aproveitar dos outros.
Não sei como eu tive essa visão, mas estive imerso em diversas práticas (meditações, rituais pessoais, conversas com divindades, busca por autoconhecimento, leitura de relatos sobre vidas passadas etc) que podem ter contribuído para isto. Ao acordar, conversei com meu Demônio Guardião e confirmei essa revelação segundo minha própria percepção.
Algo que pude ver e compreender claramente é que nossos Deuses e nossas Deusas realmente promovem boa ética, acolhimento, pertencimento, identidade, desenvolvimento pessoal, fazer o bem ao próximo e muitas outras questões que valem a pena; algo que realmente traz aquilo que podemos chamar de ordem cósmica.
Em minha visão referente ao período do regime Nacional-Socialista da Alemanha, percebi a ilusão dos "campos de concentração". Na verdade, não existiam; eram invenções de uma imprensa sensacionalista que queria alimentar uma visão conservadora. O objetivo era promover a luta entre esquerda e direita, apoiar as convenções sociais atuais, criar uma polarização e um tipo de "progressismo", além de uma tentativa frustrada de homogeneizar as pessoas a nível global e, no fim, conspirar contra nós.
Na minha visão, não vi aqueles "grupos de pessoas" sendo atacados por razões raciais, questões de saúde, problemas financeiros nem nada parecido. É certo que o regime Nacional-Socialista da Alemanha tomou certas providências, porém, nada aconteceu como as escolas ensinam, como os jornais mostram, como as redes sociais promovem, como as pessoas contam.
Vou focar nas questões "de gênero" e de "orientação sexual", que são outra falácia. Eu não vi ninguém ser perseguido por suas preferências sexuais ou por suas expressões pessoais, não existia uma lei escrita nem uma prática institucionalizada que especificasse ou incentivasse isso. Eu vi que alguns poderiam saber o que era o sentimento afetivo e o compromisso entre homens, além de eu ter visto que existia muito contato corporal entre homens (não confundir com as profanações que às vezes podemos ouvir entre alguns grupos de idosos e alguns grupos de adolescentes conversando pelas ruas). Também vi que sempre era incentivado que os homens fossem corajosos e valentes, NÃO VIOLENTOS NEM INSENSÍVEIS. Algo semelhante vale para as mulheres, adaptado às situações de natureza feminina. No entanto, a natureza masculina e feminina não se baseava nessa ideia "normativa" ou "opressiva" que se sugere atualmente.
Com relação a criminalizar alguém por "sair dos papéis de gênero", por ser "homossexual" ou qualquer falácia moderna a respeito da sexualidade, eu vi que alguns poderiam não estar acostumados com dinâmicas diferentes do que conheciam, mas em minha visão o máximo que eles fariam seria dizer "isso parece estranho para mim, não estou acostumado com isso, mas a vida é de vocês e afinal isso é normal". Sim! Eu vi exatamente assim, eu não vi ninguém em nenhum momento criticando a vida alheia, excluindo ninguém nem perseguindo ninguém por esses motivos infundados que a sociedade tanto comenta e que hoje são "formalmente" conhecidos. Tampouco havia "namorinho" como se vê entre adolescentes hoje em dia; o casamento era incentivado com seriedade, mas não se via a sociedade forçando, coagindo ou culpando alguém por não se relacionar com ninguém ou por preferir estilos de vida menos conhecidos. Não vou me concentrar em outras dinâmicas, como trisal, homossexualidade especificamente feminina, autismo, TDAH, profissões mais ou menos conhecidas, minorias sociais, igualdade, direitos humanos ou quaisquer falácias. que foram normalizadas; não trarão real evolução, só vão sustentar os desejos egoístas de quem não é útil, de quem não tem a oferecer e de quem quer se aproveitar dos outros.
Não sei como eu tive essa visão, mas estive imerso em diversas práticas (meditações, rituais pessoais, conversas com divindades, busca por autoconhecimento, leitura de relatos sobre vidas passadas etc) que podem ter contribuído para isto. Ao acordar, conversei com meu Demônio Guardião e confirmei essa revelação segundo minha própria percepção.
Algo que pude ver e compreender claramente é que nossos Deuses e nossas Deusas realmente promovem boa ética, acolhimento, pertencimento, identidade, desenvolvimento pessoal, fazer o bem ao próximo e muitas outras questões que valem a pena; algo que realmente traz aquilo que podemos chamar de ordem cósmica.