Quem de Facto Matou Jesus Cristo?

JoSportuguese – Joy of Satan em Português

Este grupo é para falantes de língua portuguesa que desejam estabelecer um relacionamento com Satan e discutir Satanismo Espiritual de forma séria.
Nós acreditamos que Satan e seus Demônios são seres reais. Seu tu és Satanista filosófico ou crê de outra forma, não tentes empurrar vossa crença aqui.
Pessoas que simpatizem com e/ou apoiem os inimigos de Satan (judeus, cristãos e muçulmanos) serão BANIDAS!
Blasfêmia contra Satan e/ou seus Demônios não será tolerada!
Se tu acreditas que Satan e seus Demônios são malignos, este grupo não é para ti, procure outro.
Não tentes empurrar crença Wiccana ou outros credos não-satânicos aqui.
Não tentes promover indivíduos, grupos ou organizações que atacam o Joy of Satan. Suas postagens serão apagadas e tu serás banido.
Qualquer um que promova qualquer coisa ilegal será banido, salvo Nacional-Socialismo e Revisionismo Histórico se estes forem criminalizados em vosso país.
Por favor, seja educado. Provocações não serão toleradas.

http://www.alegriadesatan.com

http://expondocomunismo.bucurialuisatan.com
http://thirdsexthulesociety.weebly.com/portugues.html
http://ssbiblioteca.webs.com

Sumo-Sacerdotisa Myla Limlal
User avatar
Dame der Nacht
Posts: 168
Location: No secretariado do Inferno ✠ 卐 ♆ ⛧ Salve nossa Raça Branca! DEATH TO ALL JEWS!
Contact:

Quem de Facto Matou Jesus Cristo?

Postby Dame der Nacht » Fri Sep 22, 2017 1:59 am

“Óptimo! Eu espero que os judeus tenham matado cristo, eu faria isso de novo. Eu faria isso de novo em um segundo, porra!” – Sarah Silverman, comediante judia em Jesus is Magic, filme de 72 minutos, 2006.

Os judeus, como seus criadores, os reptilianos que têm vindo a se chamar “Jeová-Yavé” são mestres da confusão, ilusão e mentiras. Da forma como os judeus fazem jogos mentais com os gentios, eu posso compreender a confusão que alguns gentios têm sobre quem de facto matou cristo nos evangélios judeus e quem não teve qualquer parte em sua morte, mas este sermão não vai somente revelar quem são os verdadeiros assassinos de cristo (se ele tivesse existido), mas também quem inventou o mito dos “assassinos de cristo”, por que eles inventaram isso e também o propósito a que isso serve.

Por quase dois mil anos, o povo judeu alegou ser os “assassinos de cristo” e alegaram “rejeitar” cristo e o Novo Testamento do cristianismo em favor do Talmude, a Torá oral, e da Torá escrita. Isso, no entanto, não é verdade, a considerar que os judeus também leem os evangélios e outras partes do Novo Testamento enquanto recitam suas maldições contra os gentios. Enquanto muitos judeus saem a dizer que vão “destruir o cristianismo”, há muitos outros judeus como os “Judeus para Jesus” juntamente com outros judeus que se gabam de tantos judeus que têm vindo a aceitar Cristo e perceber que ele é seu messias. O facto é que Cristo, embora fictício, é um deles, pois nos contos de fada dos envangélios, cristo viveu e morreu um judeu.

Ao alegar serem os “assassinos de cristo”, os judeus foram bem sucedidos de diversas maneiras em encobrir as VERDADEIRAS conspirações contra os gentios, a saber, os assassinatos rituais judaicos, os banqueiros criminosos e a usura extrema, tal qual diversos outros crimes contra nós. Em países onde houve numerosos Pogroms contra o povo judeu, os judeus alegam que eles foram exilados e massacrados porque eram “assassinos de cristo” a fim de encobrir os VERDADEIROS crimes que mencionei acima.

Para saber sobre Assassinato Ritual Judaico e outros crimes judaicos, acesse:
http://expondocomunismo.bucurialuisatan ... holocausto

É primeiramente necessário enfatizar e clarificar que o messias cristão (judaico) Yeshua/Jesus/Iesous Christos nunca existiu. Ele é uma invenção judaica, um pensamento-forma que é programado para destruit a raça Ariana, bem como ser o “rei” absoluto sobre os gentios não-brancos escravizados as quais ele não extermina, mas mantém como escravos, pois o povo judeu odeia a qualquer um que não seja judeu, e eles são como sanguessugas e vampiros, pois eles nunca conseguem aprender como viver com seus próprios sem escravos gentios ou outros não-judeus desafortunados.

Para aqueles que não sabem o que é um pensamento-forma, por favor leia o seguinte artigo que explica-os, pois Cristo não é nada mais que um poderoso pensamento-forma de invenção judaica. Ele nunca existiu como um ser humano e, se nós Nacional-Socialistas Satânicos continuarmos a fazer nossa parte em expor e destruit o povo judeu, despertar nosso povo e espalhar a verdade, ele nunca existirpa no plano físico:
http://portugues.bucurialuisatan.com/cr ... ento-forma

Os judeus ADMITEM que Cristo nunca existiu: “Estudos judaicos creem que não houve Messias histórico.” “Os historiadores da época não mencionaram o Nazareno especificamente. A Igreja Católica deliberadamente inseriu eventos a respeito do Nazareno em escritos de Josephus (por exemplo, Win. LaSor na edição do Prof. Winston de Josephus, Emil Schurer, ‘A History of the Jewish people in the Time of Jesus’, 1961, pág. 211-214). As referências no Talmude também não se referem à personagem exata dos escritos do Novo Testamento. Eles o antecedem em mais de 100 anos e têm coisas como o dito adorando uma rocha com apenas 5 estudantes.” “Outras referências rabínicas são também muito mais tardias do que o período cristão, portanto, não se referem à figura específica no Novo Testamento, mas reflecte a muitas influências que estavam próximas e contribuíram para o que se tornou o cristianismo.” (1)

No parágrafo acima, o autor judeu afirmou que “A Igreja Católica deliberadamente inseriu eventos a respeito do Nazareno em escritos de Josephus”, mas como qualquer outro judeu que trabalha para esconder a verdade, ele se abstém de prover a verdade completa. O facto é que o povo judeu são os que iniciaram a Igreja Católica e sempre chamam a atenção para o que os gentios fazem para esta instituição kosher, a Sinagoga de Roma. É triste que não muitos gentios possam enxergar essa realidade. Acesse:
A Criação Judaica do Cristianismo
Vaticano, a Sinagoga de Roma

Uma vez que os evangélios de Mateus, Marcos, Lucas e João foram escritos DEPOIS das epístolas do personagem fictício Saulo/Paulo de Tarso, a próxima coisa a se examinar é um verso da bíblia do evangélio de Mateus que foi obviamente inserido em um período de tempo que foi muito após o mito de Cristo ser inventado.

Mateus 27:22-25: “Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. O presidente, porém, disse: Mas que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado. Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso. E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e nossos filhos.”

A seguinte afirmação acerca de Mateus 27 é bem interessante e verdadeira. A questão com os judeus que dizem a verdade sobre certas coisas e que eles estão a mentir sobre outras, pois dizer a verdade em verdades inteiras é algo que os judeus são geneticamente incapazes de fazer:

“... O acordo entre Pilatos e os judeus carrega sinais obvios de ficcionalização. Pilatos não tinha qualquer necessidade de responder ao povo e nenhum desejo de ser observado por ninguém fora da hierarquia organizacional de Roma.” “Ele era o tirano que representava o autoritarismo mortal da qual os judeus queriam sossego. A estória de que Pilatos iria buscar ou seguir os desejos dos não-romanos que ele desprezava emergiu somente como uma tentativa posterior descarada em implicar que is judeus assassinaram Cristo e para exonerar os verdadeiros assassinos.” (2)

“Os editors do Livro de Mateus ainda tomam sérias dores em mostrar Pilatos a tentar salvar a vida de Jesus por anteriormente se opor à multidão judaica. Claramente, o texto de Mateus resulta de adulteração deliberada – um esforço dos editores do Novo Testamento, bem depois da morte de Jesus, para caluniar os judeus e separar o judaísmo de Jesus. Estes editores também buscaram reabilitar Pilatos, transformando-o, de um tirano sanguinário a agente involuntário da paixão judaica – uma mentira conveniente e absoluta.” (3)

Quanto ao mito que surgiu das chamadas interpolações “antissemitas” dentro dos envangélios judeus que basicamente dizem que “Cristo repreendeu os fariseus e foi pregado numa cruz por isso”, a citação seguinte é importante para ter-se em consideração em nossa busca para achar quem realmente matou o suposto fundador do cristianismo:

“A crítica de hipocrisia contra os fariseus... é bastante judaica. Nenhuma nação tem mais auto-crítica e crítica construtiva que o povo hebreu/israelita e o judaísmo. Somente é antissemita quando é tirado do verdadeiro contexto que é de uma repreensão, correção e crítica construtiva intrafamiliar e da mesma equipa. Somente quando divorciado de uma crítica aduaneira familiar e apresentado pelos pagãos romanos iguais a nazistas é que essas palavras tomam uma reviravolta antissemita.” (4)

A fim de descobrir se os judeus tiveram qualquer parte no assassinato do messias cristão, devemos primeiramente examinar o dever que este sentiu acerca de seus irmãos judeus:

“O Jesus que chamou aos judeus de raça de víboras não pode ser o mesmo homem que amou os judeus tanto que instruiu seus doze apóstolos originais dizendo ‘Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel’ (Mateus 10:5,6). Evitando qualquer missão aos não-judeus (que foi posteriormente o trabalho de Paulo), ele instrui seus discípulos a evitar os gentios completamente e trabalhar somente com judeus.
O Jesus antissemita não teria dito à mulher cananeia que o implorou para exorcisar um demónio de sua filha: ‘Eu fui mandado somente às ovelhas perdidas de Israel... Não é certo tirar da boca dos filhos (de Israel) e dar aos cachorros (não-judeus).’ Comparar gentios a cachorros é consistente com o Jesus que odiava os romanos ao invés dos judeus.” (5)

“Os dois ‘Jesuses’ – o antissemita insurrecto a condenar os judeus ao inferno e o manso pastor de Israel com nenhum interesse em proselitizar gentios – são totalmente irreconhecíveis. Um é autêntico e o outro é manufacturado.

Pode haver dúvida minima que os editores paulinos mudaram a estória, apagando o Rabino Jesus e inventando o Jesus antissemita para substanciar sua alegação de que Jesus veio para substituit o judaísmo. O ódio de Jesus contra seu povo foi uma fabricação trágica e malevolente que posteriormente justificaria a antipatia cristão acerca dos judeus por rejeitarem o cristianismo.” (6)

Para aqueles que não sabam, o messias cristão não é o messias gentio Ariano, que também é conhecido como o Anticristo, mas é o messias judeu, que já foi chamado “Yeshua”, “Jesus Cristo” e “Iesous Kristos” (a versão grega desta personagem).

A parte seguinte deste sermão dá uma visão mais profunda do processo de edição que se decorreu em criar os evangélios judeus do Novo Testamento que eventualmente tomaram forma no que viria a ser a tentativa de uma completa missão impossível: “separar” Cristo e cristianismo do judaísmo. Isso é uma consíração e uma “ilusão de óptica” contra os gentios que costumavam ser pagãos, mas que foram cristianizados pelos judeus sob coerção extrema. Este evento na história não difere da Inquisição, que foi uma tarefa dada pelos judeus à Igreja Católica, que é a raíz do protestantismo. A Inquisição NÃO acabou no protestantismo, pois ambos catolicismo e protestantismo são e sempre foram controlados por judeus nos bastidores.

Fundamentalmente, independente de que humanos sejam responsáveis pela morte do personagem fictício de Cristo, a bíblia cristã põe a culpa máxima em “deus” por mandar seu “único filho” para morrer pelos “pecados” do mundo. De uma perspetiva satânica verdadeira, se isso tivesse acontecido realmente, a morte de Cristo não teria importância alguma. Seria qualquer coisa, de inútil ao bem dele estar morto, dando razão à frase “a dor dele, teu ganho”, vá em frente...

O cristianismo original era puro judaísmo rabínico e este não aceitava quaisquer convertidos gentios. Então, houve “troca” nesta forma de judaísmo. O rabino judeu fictício que “fundou” o cristianismo pareceu mudar sua raça de judeu para Ariano romano pagão e tornou-se um obstáculo para os fariseus judaicos ao invés de seu líder. Deste ponto, os judeus de seu tempo tornaram-se seus inimigos que eventualmente fizeram os romanos crucifica-lo.

Uma vez que Cristo é fictício, ele pode ser qualquer coisa para qualquer um, mas essa narrativa e edição desleixada ainda não muda o cristianismo original que existiu antes de ser viciosamente ROUBADO de elementos pagãos gentios a fim de criar um cavalo de Troia – um híbrido judeu-gentio pagão – uma nova religião para os gentios. A fim de completar essa tarefa, alguém teve de editar os evangélios judeus e adicionar misturas gentias aqui e ali, mas ainda deixar o facto que Cristo é o messias judeu, rei dos judeus, e não o Anticristo Ariano pagão dos gentios.

Isto levanta uma questão: quem editou e mudou o conteúdo dos evangélios judeus a fim de usá-los para derrubar e destruir o Império Romano Satânico e forçar os romanos a se converterem ao cristianismo?

O seguinte é parcialmente verdadeiro, mas certos factos importantes foram propositadamente omitidos pelos autores judeus: “Eles (os judeus seduceus) optaram por unir-se à Igreja. Esses judeus, em seu zelo para serem aceitos em sua comunidade recém-descoberta, partiram em sua própria crusada para denegrir tudo sobre os judeus e o judaísmo.” “Para provar sua lealdade aos mestres da Igreja, esses renegados encorajaram a Igreja a usar mão pesada contra os judeus (fariseus). Eles inspiraram debates públicos e instigaram muitos pogroms pela história, então isso nem sempre foi culpa do antissemitismo gentio – judeus também acederam os fogos do ódio contra seu próprio povo.” (7)

“A edição (dos evangélios) feita para purgar os crimes dos romanos e apagar as referências à rebelião de Jesus contra eles foi um trabalho intricado e dificultoso. Parte disso foi deixada incompleta. Lembre-se, milhares de manuscritos circulando por aí. Nem tudo podia ser expurgado. Mantém-se lampejos de exatidão. Por exemplo: ‘Nós descobrimos esse homem subversos da nossa nação. Ele opõe-se ao pagamento de impostos e clama ser o messias, um rei.’ Esta afirmação em Lucas indica que sacerdotes corruptos entregaram Jesus para seus opressores, a administração romana, porque ele era um rebelde contra a regência romana puro e simplesmente. Pelo facto disto ser tão diferente das outras afirmações ao longo dos Evangélios, que toma grandes dores em tentar fazer um Jesus apolítico, isso é um pedaço óbvio de história real que vazou, contrário à intenção dos editores que empurram o concepto (gnóstico) paulino de um Jesus estritamente espiritual.” (8)

Nas citações acima, ou autores judeus afirmam que os judeus saduceus “optaram por unir-se a igreja” e tentaram impressionar seus “mestres” da Igreja Romana, mas na realidade, os judeus NUNCA uniram-se a qualquer organização cristã, para não mencionar que eles as “infiltraram”, como muitos cristãos iludidos acreditam sobre a Igreja Católica e o Vaticano. Os judes COMEÇARAM *TODO* o cristianismo, todas as suas seitas e denominações, todas as Igrejas e todas as suas organizações. Foi assim que os evangélios foram inventados e também assim que muitas adições e subtrações foram feitas neles.


Os judeus inventaram todos os aspetos do cristianismo, eles nunca o “infiltraram”. Enquanto o cristianismo existir, haverá judeus presentes, pois o povo judeu e o cristianismo estão eternamente conectados, porque cristianismo e comunismo são a “bateria” fonte do poder judaico no mundo. Até mesmo judeus a quem tu nunca ias desconfiar terem nada a ver com cristianismo estão ainda conectados a ele, pois todos os judeus são uma mente coletiva, como aliens Cinzas, e eles estão atados espiritualmente uns aos outros e a suas ferramentas para controlar os gentios.

Na parte anterior, demos uma olhada nos versos fabricados de Mateus 27:22-25, que provaram ser uma inserção feita muito posteriormente, designada a fazer parecer que o povo judeu teve um papel significante em “matar” o “fundador” do cristianismo. Nesta parte estamos a examinar não somente algumas interpolações muito importantes para se notar, mas também uma ficção judaica atrás da outra que definitivamente prova quem teriam sido os responsáveis pela morte de cristo nas narrativas fictícias do povo judeu.

“Somos informados que os Sanhedrin, que consistem nos setenta e um maiores sábios de Israel, condenaram Jesus à morte. Ainda, há reescrituras suspeitas evidentes na descrição do jugamento. No Evangélio de Marcos, lemos que membros do Sanhedrin, como José de Arimateia, ‘membro proeminente do conselho’, arriscou tudo para pedir Pilatos que o corpo de Jesus fosse removido da cruz... Este detalhe mostra que mesmo entre os Sanhedrin, Jesus tinha muitos apoiadores.” (9)

“Somos forçados a aceitar que a história foi alterada. Esse jugamento, tão prejudicial para a reputação dos judeus pelo milénio, foi mais que provável totalmente inventado pelo escrita do Evangélio de Marcos, e então copiado por Mateus e Lucas para implicar os judeus no assassinato de Jesus, quando este foi na verdade um assunto romano do começo ao fim. Baseado em rastros deixados no texto, os jugamentos foram certamente fabricações concebidas para indiciar os judeus e exonerar os romanos.” (10)

Nas próximas citações os autores ADMITEM quem ‘realmente’ matou Cristo na ficção judaica dos evangélios. Não foi quem fomos forçados a acreditar...

“É importante salientar que o testemunho de Pedro dos judeus matando Jesus de facto (no Evangélo de Pedro, que foi deixado fora da bíblia) contradiz diretamente o Novo Testamento... Todos os quatro Evangélios são categóricos em que, independente do papel que os Evangélios insistam que os judeus tiveram em agitar para a morte de Jesus, foi mais que certamente os romanos que realmente o crucificaram. De facto, o Novo Testamento vai tão longe ao ponto de dizer-nos explicitamente que não somente os fariseus não mataram Jesus, eles até tentaram salvar sua vida. Somente por ignorar deliberadamente os factos estabelecidos sobre a morte de Jesus é que Pedro poderia vir com suas falsidades antissemitas.” (11)

“Se Jesus era tal devoto fariseu e rabino, então, por que os judeus iriam querer sua morte? A verdade é que: eles não queriam. Os rabinos não tinham quaisquer problemas com Jesus. De facto, eles devidamente pensaram nele como um dos seus, um que defendeu os ensinamentos essenciais que eles concordavam fundamentalmente.” (12)

Agora é importante examinar outro capítulo que é ficção judaica depois de ficção judaica. Certa vez, no grupo online da Comunidade Satânica Gay, havia um membro iludido que se juntou e começou a postar comentários favoráveis sobre Judas Iscariotes porque esse personagem, que o idiota iludido pensava ser real, foi o apóstolo que supostamente “traiu” Cristo. Enquanto eu não tenho qualquer problema com pessoas que blasfemam o personagem Cristo, eu tive que banir os imbecis que estavam a postar seu lixo (cristianismo reverso, não satanismo) porque quando eu os corrigi, eles mostraram que não estavam interessados em aprender a verdade sobre Cristo o judeu, mas ao invés, queriam reverenciar os judeus como “assassinos de cristo” ao invés de do que os judeus são realmente: INVENTORES E DOADORES DE CRISTO!

Na arte cristã, Cristo recebeu falsas características físicas gentias, enquanto Judas Iscariotes, cujo nome significa “judeu”, recebeu a aparência clássica malgina do judeu sagaz com nariz de gancho. Essa é uma mensagem subliminar que os judeus são responsáveis por “trair” um Cristo Ariano e fazê-lo ser sentenciado a morte. Não houve outra maior mentira que atingiu a humanidade até que os judeus inventaram a mentira sobre as “câmaras de gás” nazistas e o “extermínio sistemático” do povo judeu pelos nazis. A farsa dos “judeus mataram Jesus” é ficção dentro de ficção, e é uma conspiração que foi designada para cobrir outras conspirações contra os gentios, especialmente o Assassinato Ritual Judaico, banqueiros criminosos e usura extrema.

Examinemos o personagem de Judas Iscariotes...

“Estudiosos agora acreditam que Judas Iscariotes nunca tenha existido em primeiro lugar, e foi inscrito na estória somente para incriminar os judeus. Entre outros, levando o estudioso cristão Raymond Brown escrever, aliás, em The Death of the Messiah que muitos estudiosos acreditam que Judas nunca existiu, mas que foi uma fingura simbólica.

A primeira e mais convincente razão para achar isso é o simples facto do nome de Judas. O apóstolo cujo nome próprio significa “Judeu” ser o que se vira contra Jesus parece artificial ao extremo.

Também, se judas tivesse existido, é chocante que Paulo (de Tarso) nunca menciona-o ao longo de todo o seu trabalho. Paula revela na morte de Jesus, modelando todo o seu sistema espiritual-filosófico depois da crucificação. Se um homem chamado Judas estivesse involvido, ele certamente teria usado tal estória em seu proselitismo.
No entanto ele nem ao menos menciona o apóstolo que supostamente traiu Jesus sobre todos os outros. A omissão flagrante parece totalmente desconcertante até que consideremos que as epístolas de Paulo foram escritas depois dos Evangélios. Parece muito plausível que a estória de Judas enraizou-se somente depois da morte de Paulo. Ele não faz qualquer menção porque Judas ainda não tinha sido inventado.

Para dar crédito adicional a este conceito é o número de interações nos Evangélios em que Judas está faltando, mesmo estando presente em versões posteriores dos Evangélios. Essas cenas, também carregam claras marcas de substancial reescritura… Entre as muitas indicações convincentes que Judas era fictício era seu precursor bíblico. A maioria dos leitores cristãos não estarão cientes da estória bíblica hebraica de Aitofel, o conselheiro desleal do Rei Davi, mesmo que as similaridades entre Aitofel e Judas sejam flagrantemente notáveis. Esses elementos compartilhados apontam para uma tentativa deliberada de fazer Jesus parecer Davi, o primeiro rei messiânico, e lançar os judeus como traidores responsáveis pelo assassinato de Jesus.” (13)

“… Virtualmente, cada detalhe sobre a estória de Judas indica que este foi idealizado depois da morte de Jesus e desenvolvido como uma ferramenta para usar antissemitismo para definir e promover o cristianismo. Até mesmo a noção de que os romanos iriam precisar da ajuda de um traidor dos discípulos de Jesus parece contradizer as afirmativas repetidas no Novo Testamento que Jesus com multidões gigantescas de pessoas esperando sua entrada.” (14)

Nas citações acima, o autor judeu admite que Judas é fictício, mas ele não pode admitir o mesmo de Cristo. Quando judeus dizem quaisquer tipo de verdades, eles ou distortem-na, ou eles não provem a verdade completa. Essa incapacidade de dizer uma verdade por inteiro sem motivos ulteriores é uma das características raciais do povo judeu.

Outro personagem judeu que é fictício dentro dos Evangélios fictícios judaicos é Barrabás, cuja estória foi ememdada à estória de Cristo e vice-versa dentro do processo de edição dos evangélios judeus, uma vez que nem todas as afirmações pró-judaicas originais poderiam ser apagadas

“O Novo Testamento relata que quando Jesus foi crucificado, um condenado judeu chamado Barrabás foi com ele. De todos os quatro evangélios, aprendemos que Barrabás teve parte em algum tipo de rebelião contra Roma. Por essa razão, quando Piltos dá aos judeus uma oportunidade para libertar um prisioneiro, os judeus chamam pela libertação de Barrabás. Como Marcos conta a estória:

Marcos 15:6-11 – Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte. E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito.
E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.”

“... A aparição de Barrabás na narrativa parece encenada e inacreditável. Porque tal amável personagem iria aparecer somente posterior à narrativa?” “Há algo estranho sobre o conto de Barrabás desde o começo.”

“Os arquitetos do Novo Testamento estavam dizendo que quando os judeus tiveram uma chance de escolher entre um homem de paz, Jesus, e um bandido que queria rebelião, eles optaram por libertar o bandido. Eles salvaram um rebelde contra Roma, enquanto o pacífico Jesus que promoveu uma revolução espiritual foi posto à morte.”

“Hyam Maccoby vai ainda mais longe, teorizando que a estória de Barrabás é na verdade um resquício da própria história real de Jesus.” “Ele (Barrabás/Jesus) era um rebelde judeu contra Roma, amado pelo povo judeu por sua devoção a ele. Essa é uma interpretação fascinante da parte de Maccoby. Ele acredita que Barrabás é o Jesus cuja rebelião política contra Roma discorreu a ira das legiões e que foi, portanto, sentenciado a morte por crucificação, enquanto que o Jesus que foi crucificado por sua rebelião contra o judaísmo é o produto da releitura cristã de um conto embelezado.”

“Independente de Barrabas ter ido deixado na estória porque ele é a verdadeira história de Jesus ou não, os judeus não tinham qualquer controlo em quem vivia ou morria. Os romanos nunca os concederam qualquer tipo de poder. Os judeus permaneceram como um povo ocupado com nenhum outro poder senão o de obedecer.” (15)

Nos parágrafos acima, podemos ver que em alguns casos, Barrabás é Cristo e em outros, Cristo é Barrabás. Esta é uma farsa judaica bastante aldaz. Os judeus fazem parecer que eles eram “escravos indefesos” no Império Romano, mas isso não é verdade, considerando que eles mantiveram-se em posições de controlo e definitivamente escravizaram os romanos.

Até agora, observamos que se Jesus Cristo tivesse existido, teriam sido os romanos gentios pagãos que querê-lo-iam morto e estariam por trás de sua morte, bem como que são os judeus que estão por trás das interpolações “anti-judaicas” adicionadas aos evangélios judaicos a fim de fazer parecer são religiões distintas e separadas quando na verdade não são tal coisa. Esta parte do sermão dará uma breve análise na judaicidade do personagem Jesus e também o PORQUÊ dos romanos terem dado um fim a vida desse judeu neste conto de fada fictício judaico.


A última pessoa para analisarmos é Marcião de Sinope, que é responsável por editar os evangélios judaicos e algumas das epístolas fictícias de Paulo para a forma canonizada dos evangélios que temos hoje. Marcião não é um personagem fictício, e até onde sei, ele não era judeu, mas ainda assim ele teve um maior papel na edição dos evangélios judeus e mudar os originais judaicos para a forma de cristianismo que nosso pove tem sido doutrinado pelos séculos. O povo judeu, independente de ter recebido alcunhas como “raça de víboras” e “filhos do diabo”, suportaram plenamente os trabalhos de Marcião e, posteriormente, de Martinho Lutero, porque os judeus sabem que qualquer “resisténcia” ao cristianismo que eles demonstrem serve para promove-lo e avança-lo, dada a crença dos gentios de que “se os judeus estão contra o cristianismo, então deve valer a pena defende-lo e lutar por ele.”

“Marcião, filho do bispo de Sinope em Ponto, uniu-se ao credo gnóstico sírio em Roma em desenvolver uma visão dualística da história sacra. Isso postulou a existência de dois ‘deuses’, o deus bom e gracioso do Nazareno e o deus demiurgo dos judeus. Ele ensinou um dualismo irreconhecível entre evangélio e lei, cristianismo e judaísmo. O demiúrgo da religião dos judeus era visto como rigoroso e severo; portanto os judeus foram jogados ao Hades pelo Nazareno que era o ‘deus bom’.

Marcião estabeleceu o ‘Novo Cânone dos Evangélios’: um Evangélio resumido de Lucas e dez das epístolas de Paulo. Ele distorceu as palavras em Mateus 5:17 em ‘Eu não vim para cumprir a Lei e os Profetas, porém para destruí-los’.
Ref.: http://www.marcion.info

Marcião acreditou que o cristianismo não tinha qualquer conexão com o passado, mas caiu abruptamente e magicamente dos céus. O Nazareno não nasceu e nem morreu. Seu corpo era um fantasma para revelar o ‘D-us bom’ e sua morte foi uma ilusão. Esse Nazareno não foi o messias profetizado. Ele era totalmente uma nova súbita manifestação do deus bom do dualismo grego. O resto dos apóstolos eram corruptores do cristianismo puro. O nazareno apontou Paulo para ser o apóstolo para pregar a verdade do antinomismo e anti-judaísmo de Marcião.

Marcião foi o primeiro a criar um ‘Novo Testamento’ e acreditava que o ‘Antigo Testamento’ deveria ser descartado! A Igreja excomungou Marcião por cause de lunatismo e heresia, mas mesmo assim, eles incorporaram sua coleção dos textos dos Evangélios e as epístolas de Paulo em um ‘Novo Testamento’ canônico oficial.

… Alguns estudiosos cristãos apontam que os aspetos antissemitas das epístolas vêm de Marcião, e os sentimentos pros-judaicos são originais de Paulo. Havia um grande influxo de gentios nesta nova seita hebraica ao mesmo tempo que a opressão romana estava a crescer e iria extirpar uma geração de judeus. Portanto, as guerras subsequentes entre judeus e o império romano removeu os saduceus da história juntamente com a pequena comunidade messiânica hebraica. Isso também riscou a escola dos justos da Casa de Shamai.
Durante as guerras contra Roma, judeus lutaram contra os seduceus pró-romanos. Resumidamente, as guerras subsequentes entre judeus e o Império Romano abateram os seduceus para fora da história juntamente com muitas outras seitas hebraicas contraditórias, incluindo seitas hebraico-cristãs.

A maioria dos argumentos entre os Evangélios e os Fariseus na verdade eram argumentos entre as escolas de Hilel vs. Shamai (escolas de pensamento bíblico legítimo).” (16)

Como muitos outros cristão que não conseguem lidar com o facto de que cristianismo é judaísmo, Marcião tentou fazer o cristianismo em sua própria versão e mudou a mensagem pró-judaica em um cristianismo “pagão” gnóstico (um contraditor), do qual eu vi até algumas pessoas afirmarem que são “pagãs” ou até “satanistas”, vergonhosamente afirmam que este seja cristianismo puro, verdadeiro ou “primordial”. Isso é uma desgraça. Não importa quantos elementos pagãos conservadores que o cristianismo adopte, cada mínima parte do cristianismo sempre será comunismo promordial. Cristianismo da ala conservadora não está isento de ser comunista, nem se este afirmar combater o comunismo. Sim, isso significa que cristãos como David Duke, Ted Pike e Texe Marrs são comunistas que “odeiam” o comunismo. Se isso parece não fazer sentido algum, é porque os judeus nunca intencionaram que o cristianismo fizesse qualquer sentido ou tivesse qualquer racionalidade. Igualmente, os seguidores do cristianismo têm pouquíssima racionalidade, se alguma.

Vamos examiner cuidadosamente a judaicidade do personagem de Cristo das bocas do povo judeu que ADMITEM que o fundador fictício da religião cristã é na verdade um dos seus.

“Jesus viveu, ensinou e morreu como um judeu. Ele definiu a si mesmo e sua judaicidade da mesma forma que judeus observantes da Torá hoje em dia. Ele conduziu-se como um devoto rabino e fariseu. Ele usou uma cobertura de cabeça judaica, rezou em língua hebraica, comeu comida kosher, honrou o Shabat, tinha a mezuzá na porta de sua casa, acendia a menorá de Hanukka, vestia o talit com franjas, adornava-se com o tefilin diariamente, acenava com Etrog e Lulav no Sukkot, comia matzot na páscoa e estudava a Torá regularmente. Ele desfrutava da mesmíssima relação com Deus compartilhada por todos os judeus.” (17)

“Como rabino devoto treinado na Torá, Jesus fundou seus sermões, parábolas e aforismos sobre os mesmos dizeres judaicos que governavam cada aspecto de sua vida.” (18)

“Que melhor prova podemos achar da verdadeira natureza de Jesus como político e patriota judeu do que a maneira de sua morte? Se ele tivesse sido posto a morte por blasfêmia, ele não teria sido crucificado. Jesus foi morto pela forma distintiva romana de punição capital, reservada para rebeldes políticos contra as regras de Roma: crucificação.
Morte na cruz era uma punição geralmente reservada para escravos rebeldes, mas em um território conquistado como a Palestina, oficiais romanos usavam para punir actos de insurreição ou rebelião contra sua ocupação. O facto de Jesus ter morrido na cruz testemunha sua posição como líder rebelde judeu.” (19)

Diferente do Evangélio de Marcos, o seguinte verso contraditório do Evangélio de João mostra que foram os romanos gentios pagãos e não o povo judeu, que queriam aque Cristo morresse, pois ele era um judeu subversivo que estava a liderar seu povo judeu numa revolta contra a Roma pagã, bem como por empurrar uma religião anti-natural, anti-tradicional monoteísta para substituir o paganismo do povo romano, que era satanismo, previamente durante os tempos pré-cristãos quando paganismo e satanismo ainda eram sinónimos:

João 11:50-53 – “Nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora ele não disse isto de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos. Desde aquele dia, pois, consultavam-se (os romanos pagãos) para o matarem.”

Note que independente de que judeu, incluindo Cristo ou seus apóstolos, fale de reunir os gentios, eles estão referindo-se a mistura racial, pois qualquer outro propósito que os judeus tenham para gentios de uma mesma raça que já estão juntos é o de dividi-los e conquista-los.

“Nem do Talmude e nem de qualquer outra fonte judaica, há qualquer evidéncia a sugerir que os judeus mataram Jesus. Cada estória relata a outro Yeshu, ou Jesus, um nome muito comum nos tempos do Templo e um período abundante de pessoas afirmando serem o messias. Todas as outras fontes são fictícias. Não resta provas, tanto cristãs como judaicas, de nenhuma animosidade entre Jesus e as autoridades farisaicas de seus dias; pelo contrário, o Novo Testamento diz explicitamente que os rabinos salvaram a vida de Jesus quando sua vida havia sido ameaçada por Herodes. Se os rabinos quisessem a morte de Jesus, eles poderiam tê-lo finalizado logo ali quando o rei brutal venderia seu escalpo.” (20)

Neste ponto, ao olhar para os evangélios ficítios e o resto do Novo Testamento, sabemos agora que os judeus não seriam responsáveis pela morte de Cristo (pois ele era um dos seus) e que eles tentaram salvar sua vida. Sabemos que seriam os romanos que iriam querer a morte de Cristo e tomaram sua vida. Fora os crimes de Jesus Cristo que conhecemos, a saber, sua subversão do Império Romano Satânico, qual seria a razão subjacente de por que os romanos queriam Jesus morte e o mataram?

“Uma vez que o Nazareno foi morto porque ele era judeu, ele morreu uma morte honrada; sendo assim, isso serviu como uma expiação dos pecados.” (21)

Algo interessante é que, por causa do mito de Cristo (descendente/filho de Davi), nos livros de direito romano, os romanos tiveram por mais de 400 anos uma lei que ordenava pena de morte para qualquer judeu que pudesse ser considerado como sendo descendente de Davi, fossem eles considerados Jesus Cristo (Yeshua ben Yosef na “primeira vinda” ou ben David na “segunda vinda”) ou não.

E para mencionar, a Deusa/Demónia Astaroth (Isis/Ishtar) disse à Sociedade Vril nazista que os judeus foram um problema e uma emaça contra a humanidade muito antes do mito de cristo ter sido imaginado.

Nos Protocolos dos Sábios de Sião, os judeus afirmam que “destrirão Deus” e “banirão Cristo”, mas a verdade é que essas são também interpolações feitas para fazê-lo parecer com “cristianismo vs. judaísmo” quando não há nada mais distante da verdade. Os judeus factualmente PROMOVEM o cristianismo em cada oportunidade, enquanto outros judeus promovem liberalismo e aceitam tais coisas como casamento homossexual e direitos homossexuais, somente como um truque para emganar os cristãos em pensar que se os judeus estão para os homossexuais (o terceiro sexo), então os “valores de família” cristãos são dignos de serem defendidos aos confusos olhos dos “goyim” (gíria judaica para não-judeus, que significa “gado”). Novamente, nada poderia estar mais longe da verdade. Os judeus estão tanto por detrás do liberalismo QUANTO do cristianismo em todas as suas formas.

Para encerrar, olhamos em como os judeus usam a mitologia dos “assassinos de Cristo” quando seus VERDADEIROS crimes são descobertos, mas, no entanto, o maior de todos os crimes judaicos do qual eu não entrei em muitos detalhes até agora foi o da INVENÇÃO do cristianismo para destruir o VERDADEIRO Deus dos gentios, que é Satan, e usar o cristianismo para separar o povo Ariano de Satan e dos Poderes do Inferno, pois os judeus precisam separar-nos de nossas raízes a fim de faciliar nos fazer lavagem cerebral, domesticar e controlar.

Por muitos anos, o Deus gentio Pan, que tem chifres e cascos (uma alegoria para a virilidade masculina e poder curativo mercurial) recebeu a alcunha de “Diabo”, e a igreja o igualou a Satan. O Pai Satan constumava vir a mim na forma de Pan em lá para 2003. Por mais que nas lendas gregas diz-se que o Deus bode Pan seja filho de Hermes, no Egipto, o Deus bode Ptah que é o próprio Satan, e Thoth-Hermes é um de seus filhos, o que faz que seja o inverso do conto grego.

Quando os judeus dizem que eles destruirão Deus, eles estão mencionando Satan. Satan é o Deus da natureza. Os judeus inventaram o “deus” cristãos do alegado “sobrenatural”. Porém, jamais seja enganado novamente! Não há NADA mesmo que remotamente espiritual, sobrenatural ou mesmo natural sobre o cristianismo!!! Ao apagar nosso passado e cortar nossas raízes pagãs, os judeus tiveram a liberdade de reescrever a história e substituir a verdade com mentiras. Adolf Hitler certa vez afirmou que o cristianismo foi a maior mentira que os judeus já contaram à humanidade.
Sobre a “derrota” simbólica de Pan e a vitória (temporária) judaica do cristianismo:

“No Segundo Século d.C., o ensaísta grego Plutarco registrou que durante o reinado do Imperador Tibério, viajantes navegando pelo oeste da Grécia ouviram uma voz alta proclamando a morte do grande Pan. Na lenda cristã, essa estória estava associada com a paixão de cristo, que ocorreu durante o reinado de Tibério e foi tida como prenuncia da vitória de Cristo sobre os deuses pagãos.” (22)

Ao dedicar nossa alma para Satan, para sua causa Nacional-Socialista e formarmos uma relação próxima com Satan e seus Demónios, nós redescobrimos nossas raízes. Paganismo é Satanismo. “Pagão” = satânico e gentio.

Quando os judeus dizem que eles vão banir “Cristo” (que é uma interpolação nos Protocolos), eles não estão se referindo ao Cristo, o messias cristãos. O que eles estão realmente se referindo é que les irão impedir os gentios de elevar suas serpentes kundalinis e de se tornarem Deuses, porque daí os judeus podem ser os “deuses” do planeta Terra, e daí cumprir sua causa messiânica de se tornarem seu próprio messias, matando a raça Branca Ariana e escravizando todas as raças remanescentes. Cristo nada mais é que a versão judaica do processo de elevar a serpente kundalini (o Leviatan judaico) e o processo alquímico que envolve transformar o corpo e alma humana nos de um Deus. Os judeus não querem destruir Cristo, mas o CONCEITO que foi inserido por gentios que estavam a registrar certas escrituras sob coerção. Essa foi a única forma que eles tiveram para inserir alguns segredos satânicos na bíblia cristã para serem vistos por gentios que tinham os olhos espirituais para vê-los. Isso foi um grito de socorro por pagãos que foram forçados a se converterem ao cristianismo. Foram também artistas como Da Vinci que estavam a pedir por socorro de gentios que tinham seus olhos espirituais abertos e podiam ver a verdade que estavam a tentar dizer. Muitos artistas, poetas e autores Arianos tentaram nos informar que Cristo nunca existiu como uma pessoas mas que foi foubado de um conceito espiritual pagão.

Através de Assassinato Ritual Judaico, usura e substituição do Paganismo (Satanismo) ancestral com cristianismo, islamismo e comunismo, os judeus simbolicamente destruíram Deus. Satan é Deus, e seu povo são os gentios. Os Protocolos dos Sábios de Sião não se referem a “deus” como Jeová-Yavé ou Jesus Cristo, mas a Satan e seus Demónios.

Sumo Sacerdote Jake Carlson

Referências:
[1] Jewish Secrets Hidden In the New Testament: The Growing Global Torah Revolution, pelo Rabino Avraham Feld e Ovadyah Avrahami p. xxii
[2] Kosher Jesus, pelo Rabino Shmuley Boteach p. 82
[3] ibid. páginas 84-85
[4] Jewish Secrets Hidden In the New Testament: The Growing Global Torah Revolution, pelo Rabino Avraham Feld e Ovadyah Avrahami páginas 201-202
[5] Kosher Jesus, pelo Rabino Shmuley Boteach p. 135
[6] ibid p. 136
[7] Jewish Secrets Hidden In the New Testament: The Growing Global Torah Revolution, pelo Rabino Avraham Feld e Ovadyah Avrahami páginas 133-134
[8] Kosher Jesus, pelo Rabino Shmuley Boteach p. 51
[9] ibid. p. 90
[10] ibid. p. 93
[11] ibid. p. 71
[12] ibid. p. 110
[13] ibid. páginas 75-76
[14] ibid. páginas 79-80
[15] ibid. páginas 87-88
[16] Jewish Secrets Hidden In the New Testament: The Growing Global Torah Revolution, pelo Rabino Avraham Feld e Ovadyah Avrahami páginas 171-172
[17] Kosher Jesus, pelo Rabino Shmuley Boteach p. x
[18] ibid. p. 24
[19] ibid. p. 89
[20] ibid. p. 225
[21] Jewish Secrets Hidden In the New Testament: The Growing Global Torah Revolution, pelo Rabino Avraham Feld e Ovadyah Avrahami páginas 106-107
[22] http://www.defendingthebride.com/ch/ca/rock4.html (Website vergonhoso cristão que calunia Satan e seus Demónios, mas usei-o para ilustrar um argumento)
Hail Satan! Hail Azazel! Hail Bastet! Hail Anúbis! Hail Hades! Hail Hitler! H4! Hail Goebbels!
RÁDIO I LOVE SATAN
Alegria de Satan no jewtube
O Exorcista Comentado E EXPOSTO
RTR FINAL!

Image

Who is online

Users browsing this forum: No registered users and 2 guests