O Natal de um Satanista Espiritual

JoSportuguese – Joy of Satan em Português

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ratshI
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O Natal de um Satanista Espiritual

Postby ratshI » Wed Jan 17, 2018 6:04 pm

O Natal de um Satanista Espiritual


Tanto tempo, durante tanto tempo me venho trabalhando a subconsciência para ter cognição de como as coisas realmente são. Creio que não exista nenhuma outra forma mais concisa de se trabalhar o subconsciente do que regra-lo. Desculpe-me aos novos nesse caminho, mas se alguém ainda espera conseguir controle total da própria subconsciência da noite pro dia está muito que enganado... O que eu quero dizer é que são pouquíssimos os casos (ou quase nulos nessa atual sociedade degradante) em que se consegue a iluminação, assim como se fosse "achada" ou "dada" gratuitamente. O que aprendi durante todo esse período de tempo é que de fato "nada sai tão caro quanto o tachado gratuito", principalmente favores cedidos por deidades que são parciais, que não possuem uma postura explicitamente contra o judaico-cristão.

Preste atenção nessa regra que a nós que ansiamos por sapiência sempre foi imposto: Por maior que seja a vontade, o conhecimento, poder ou glória jamais virá, caso não estejamos aptos e preparados. De forma alguma um sujeito creditado de gênio se fez da noite para o dia. Assim como um médico não se forma em medicina simplesmente porque ele decidiu que quer ser médico. A genialidade e digo aqui metaforicamente, não se faz em um simples "desejo". E mesmo que venha a ocorrer é fato que tudo tem um preço... Imaginemos o significado em exercer fé no judaico-cristão, isto é, permitir inconscientemente ou não que sua força vital seja sugada por vampiros que só visam arruinar e destruir o homem. A partir do momento em que se permite que tais seres façam parte de sua existência, e se crê que no pós-morte teu espírito irá ao céu ou "inferno" (a mais estúpida e errônea definição) assim se perde o direito da reencarnação. Simplificando estes seres parasitários só desejam que através dessa crença cega, um estúpido cristão fique preso astralmenente para que estas coisas possam se alimentar do que em essência se define como humanidade, e uma vez alcançado esse propósito o invólucro desse sujeito se torna cada vez mais vazio, ainda que "habitável", e isso é sério! Muitos os propagadores desta crença não possuem em essência espiritual a definição genético-astral de um humano pagão.

Há muito tempo que já não mais me revolto. É triste! Porém é este o preço que esses fantoches nazarenos que se contentam a uma visão limitada e enganadora têm que pagar seja ela por riquezas, fartura, poder, reconhecimento ou o que for. É um preço que tem de se pagar. Por que uma coisa é estar espiritualmente forte e prosperar espontaneamente outra coisa é desgraçar a vida dos seus filhos com essa lavagem cerebral, que de tão intrínseca que é, “que só no momento do bote é que se dão conta do caminho que percorreram até o covil”. O que digo é que não se deve buscar sem estar espiritualmente forte. Ou no caso dos judaico-cristãos que gravam na alma através de ritos de sangue para riqueza a fim de se elevar materialmente, só que uma vez feito tal ritual jamais que novamente se consegue ter total controle de sua própria vida.


Todos como humanos trilhamos o caminho do abismo. Tal caminho segundo os transcendentais (irmãos satanistas evoluídos) equivale à bruta corrente torrencial de um rio, que é indiferente ao desejo humano. Não importando quanto nade contra a violenta corrente. Isso apenas te deixa mais fraco para o que realmente importa. Todos como humanos trilhamos o caminho do abismo...
"Abismo" como sendo um local temivelmente desconhecível. A morte não equivale ao desconhecido para nós Satanistas Espirituais. Nem é o temor nos aguarda. Pois temos como a evolução espiritual uma forma de solidificar e libertar nossos espíritos e assim no mais fundo do rio dessa nossa jornada enxergar o magnífico e belo, enquanto tantos outros se desesperam ante a imutável verdade.

Porque a diferença aqui consiste em conhecimento, que se define também como poder. E esse saber esmagador consiste em diferir dentre todos que rumam ao abismo, os que vão inconsequentes com os olhos vedados (como gado ao abate) e os que em espírito se elevam para enxergar esse "temível" horizonte.
Mas saibam que em pose desse interno conhecimento não faz a menor diferença se nossos corpos ditados pelo tempo se aproximam lento ou severamente do horizonte.

O que em meu mais profundo ser desejo é que você que esta lendo isso entenda esse sentimento de não contentamento ante a atual sociedade que diariamente se esforça pra amputar nossas almas para que sejamos agregados nas massas. Às vezes eu fico me perguntando como essas pessoas reagiriam se soubessem o que de fato é a riqueza e prosperidade que esses nazarenos tanto almejam e ostentam. Ou como seriam os homens se a humanidade visse o mundo através dos nossos olhos? Como as coisas realmente são...

No meu círculo absolutamente ninguém sabe o que religiosamente faço, pesquiso e estudo. Porque o interesse do judaico-cristão em saber qualquer que seja sua pretensão ideológica se resume em te classificar para que assim possam te direcionar conteúdo que visa podar, limitar ou atrofiar o teu poder e conhecimento. E isso no caso mais frívolo. Assim impeço que a sociedade exerça influência sobre mim, porque conheço seus podres pilares. Não tendo ninguém em meu círculo de convívio que divida meus ideais, então não irei bradar, exalta e tão pouco discutir o que me é sacro. E por não possui rótulo muitas vezes sou chamado para participar de confraternizações familiares no término do ano, no Solstício de Inverno, chamado de Natal, que qualquer um que tenha noções astrológicas entende que o suposto “nascimento” do nazareno nada mais é que o período de transição do sol antes de mudar para a direção contrária no hemisfério norte, onde como se sabe tal conhecimento pagão foi e é corrompido para que a escória judaica possua injustamente uma base para seus podres fundamentos.

Para tais eventos sempre que possível faço planos a mim mesmo para que os parentes não contem com minha presença, o que não aconteceu nesse fim de ano. E assim presenciei cenas que há muito tempo via, do período da minha perturbada infância. Coisas e eventos que por mais sinistros que possam parecer ajudaram a formar quem hoje sou. O que revendo só agora entendo de uma forma mais ampla o que passei.

Enfim, acabei fazendo uma visita aos meus parentes e como bons nazarenos que são, estavam comemorando o falso aniversário do falso deus, (que nem é preciso ir muito longe nisso pra descobrir que o arquétipo judaico-cristão não tem nascimento pra comemorar, que a suposta data atribuída a tal figura fora corrompido do paganismo, que a fé e energia atribuída ao seu suposto nascimento deveriam ser direcionadas a Mãe-Terra como forma de reconhecer o peso da humanidade e retribuir com sincera gratidão o incontestável muito que é muito retirado degenerado, só que ao invés disso é ignorado o período mágico astrológico que a terra passa e da influência que tal período exerce nos seres vivos. E disso o inimigo corrompeu o desejo de servir a natureza para incumbir desde cedo o dever ao materialismo).

De qualquer forma estavam comemorando o falso aniversário do falso deus, meus consanguíneos e os parentes agregados e durante todo o tempo havia seres no ambiente que comumente em qualquer refeição não seriam visíveis. Seres a quem os presentes atribuíam a sua fartura e prosperidade, e que não por menos se faziam presentes nesse momento. Durante todo o período tais seres se apropriavam absolutamente de tudo e todos. E no momento exato da ceia uma das agregadas decidiu orar em forma de agradecimento e um desses seres que flutuava sobre a mesa golfava uma matéria acinzentada sobre a gratificada refeição, partir desse instante esses seres se alimentavam da mesma refeição e muitos interagiam de tal forma, com as pessoas como se fosse uma mesma coisa. Como a tal senhora que decidiu fazer a oração de graças, de longe se percebe o vácuo que ela possuía na aura e muitos outros buracos nos quais esses seres se encaixavam para se alimentar da força dela.

Escrevo isso já tem alguns dias e recordando, me enojo. Óbvio que não fiz essa refeição ou qualquer uma dentro daquela casa, só de está no mesmo ambiente que àquelas mesmas pessoas me sinto sujo. Outro ponto importante é que quando eu era criança via essas mesmas coisas elas me viam também. E caso eu demonstrasse de alguma forma para as pessoas presentes essas coisas me faziam mal e nem cito os pesadelos horrendo da minha infância que sempre foram presente ou as frases que alguns desses seres diziam. No começo eram beliscões, pequenos furos, ou cortes. Depois conforme fui crescendo essas agressões crescerão também, até que depois de sofrer um atropelamento que aos meus parentes era "inexplicável", só eu sei a “coisa” que no momento me segurou para que eu passasse um bom tempo sobre uma cama. O ponto importante é que com a proteção de Satã é como se me tornasse invisível a estes parasitas. E pelo que eu presenciei, sonhei e temi de longe essa foi a maior gratificação com que já havia sonhado.

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