A farsa do Holocausto: a mentira dos “Seis Milhões”

JoSportuguese – Joy of Satan em Português

Este grupo é para falantes de língua portuguesa que desejam estabelecer um relacionamento com Satan e discutir Satanismo Espiritual de forma séria.
Nós acreditamos que Satan e seus Demônios são seres reais. Seu tu és Satanista filosófico ou crê de outra forma, não tentes empurrar vossa crença aqui.
Pessoas que simpatizem com e/ou apoiem os inimigos de Satan (judeus, cristãos e muçulmanos) serão BANIDAS!
Blasfêmia contra Satan e/ou seus Demônios não será tolerada!
Se tu acreditas que Satan e seus Demônios são malignos, este grupo não é para ti, procure outro.
Não tentes empurrar crença Wiccana ou outros credos não-satânicos aqui.
Não tentes promover indivíduos, grupos ou organizações que atacam o Joy of Satan. Suas postagens serão apagadas e tu serás banido.
Qualquer um que promova qualquer coisa ilegal será banido, salvo Nacional-Socialismo e Revisionismo Histórico se estes forem criminalizados em vosso país.
Por favor, seja educado. Provocações não serão toleradas.

http://portugues.bucurialuisatan.com
http://expondocomunismo.bucurialuisatan.com
http://thirdsexthulesociety.weebly.com/portugues.html
http://ssbiblioteca.webs.com

Sumo-Sacerdotisa Myla Limlal

Moderators: Hps.mlimlal666, Egon

User avatar
Dame der Nacht
Posts: 29
Contact:

A farsa do Holocausto: a mentira dos “Seis Milhões”

Postby Dame der Nacht » Wed Sep 20, 2017 11:59 pm

Além do chamado “Holocausto” ser matematicamente impossível, a seguir está um trecho dos escritos de Ben Klassen. Este foi escrito para uma audiéncia branca, mas afecta a todos os gentios, independentemente da cor:
Mestres da Grande Mentira.
Os judeus têm habilmente utilizado a técnica da “Grande Mentira” desde o início de sua existência histórica. Ao longo dos últimos 5.000 anos, eles tornaram-se insuperáveis mestres desta técnica. Sua religião é baseada nela, a sua riqueza é baseada nela, e de facto eles devem sua existência à esperteza com a qual eles têm manipulado mentiras para um mundo desprevenido e (principalmente) crédulo.


Ao longo dos anos, os judeus espalharam milhões de mentiras, algumas dos quais têm servido a um propósito temporário, embora algumas tenham persistido por milhares de anos. Algumas têm sido ineficazes, enquanto outras têm sido bem sucedidas além de seus sonhos mais loucos.

“Eles tiraram a arma de direito moral do único adversário perigoso o suficiente para ser susceptível de ter êxito em trazer os traidores da Pátria à Justiça. Tudo isso foi inspirado no princípio que é bem verdadeiro em si: que na grande mentira há sempre certa força de credibilidade, porque as grandes massas de uma nação são sempre mais facilmente corrompidas nas camadas mais profundas de sua natureza emocional do que consciente ou voluntariedade e, portanto, na simplicidade primitiva de suas mentes elas mais facilmente caem vítimas para a grande mentira do que a pequena mentira, uma vez que eles próprios contam pequenas mentiras em questões triviais, mas teriam vergonha de recorrer a mentiras em grande escala. Nunca iria entrar em suas mentes fabricar mentiras colossais, e eles não acreditam que outros pudessem ter a imprudência de distorcer a verdade de forma tão infame.

Mesmo que os fatos que provem que isso seja assim possam ser trazidos claramente às suas mentes, eles ainda vão duvidar e vacilar e continuarão a pensar que pode haver alguma outra explicação. Porque a mentira imprudente sempre deixa vestígios para trás mesmo depois de ter sido pregada, um fato que é conhecido por todos os mentirosos especialistas neste mundo e para todos aqueles que conspiram em conjunto na arte de mentir. Essas pessoas sabem muito bem como usar a mentira para os fins mais básicos. Desde tempos imemoriais, no entanto, os judeus conheceram melhor do que todos os outros como a falsidade e a calúnia podem ser exploradas. Não é a sua própria existência fundada numa grande mentira? Ou seja, de que eles são uma comunidade religiosa, quando na realidade, eles são uma raça? E que raça! Um dos maiores pensadores que a humanidade já produziu marcou os judeus de todas as eras com uma declaração que é profundamente e exatamente verdadeira. Schopenhauer chamou o judeu de “o grande mestre das mentiras”. Aqueles que não percebem a verdade dessa declaração ou não querem acreditar, nunca serão capazes de dar uma mão para ajudar que a verdade prevaleça.”
-Adolf Hitler, trecho do Mein Kampf

Inventaram a farsa o cristã.
Sem dúvida, a sua mentira mais bem sucedida de todos os tempos foi a invenção do cristianismo e originalmente a venda deste credo destrutivo para seus inimigos mortais, os romanos. Essa mentira tem causado prejuízos incalculáveis para os gentios e o vírus desta febre no cérebro ainda hoje é virulenta. No entanto, queremos agora examinar uma invenção moderna dos judeus que lançaram com eficácia devastadora e que é a mentira de que os alemães gaseificaram, incineraram em fornos, ou de outra forma exterminaram seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

A Mentira dos Seis Milhões.
Então, efetivamente eles têm propagado e divulgado esta mentira em todo o mundo por meio de seu aparelho de propaganda gigantesca que os goyim mais crédulos (sem pensar) reagem emocionalmente “deve ser verdade, ou por que eles fazem uma acusação tão terrível?” Mais uma vez, uma pequena investigação e análise dos factos prontamente demonstram quão ridícula essa acusação realmente é.

Sem provas, sem testemunhas.
Em primeiro lugar, como a farsa cristã, não há um único fragmento de evidência para apoiar as alegações de que Hitler, ou o governo alemão, ou qualquer funcionário do mesmo, tenha defendido uma política de extermínio de judeus. Embora os judeus tenham escrito milhares de artigos sobre o assunto e dezenas de livros, quando estes autores foram questionados e interrogados, nenhum deles viu um único forno, uma única câmara de gás, nem quaisquer actos reais de extermínio.
Nem podem produzir uma única testemunha ocular que tem visto tal evento. Invariavelmente, quando pressionados, eles foram “informados” por uma pessoa mítica que “agora está morta”, ou “leia sobre isso”, ou boatos de um tipo ou outro. Não se pode produzir uma testemunha ocular ao vivo, agora ou no passado.

Nenhuma ordem do tipo, nenhum política do tipo.
Apesar das toneladas de documentos nazis que foram capturados intactos, não há um único onde um pedido ou um comando, ou um documento político tenha aparecido, ou a existéncia da recomendação, ordem ou sugestão do extermínio de judeus, tanto em massa ou isoladamente. Toda a literatura, quando investigada, é baseada em alegações de que tais ordens foram dadas “verbalmente” ou podia-se “ler nas entrelinhas”, ou algum outro tipo de alegação sem fundamento.

Com o objectivo de tirar os judeus de seu imenso poder.
O facto é que nem Hitler nem o governo alemão ou qualquer ramo deste já teve, ou enunciou, tal política. Que os alemães perceberam que os judeus entre eles eram sua desgraça absoluta, não há nenhuma dúvida. Queriam-nos fora, e sua política era para tirá-los do poder e incentivá-los a migrar para outro lugar. Quando os alemães instituiram as leis raciais de Nüremberg, eles baniram os judeus de todas as posições nos media, nas universidades e escolas, no governo, nos bancos e outras posições de poder que eles dominavam no passado. Isso, e a hostilidade gerada pelo povo alemão finalmente a reconhecer os judeus como os parasitas degenerativos que eram, incentivaram os judeus a deixar o país e procurar pastos mais verdes em outros lugares.

Limpar sua nação.
Os alemães fizeram todo o possível para ajudar e encorajar os judeus a emigrarem. Eles olharam com expectativa para o dia (como devemos) em que seu país seria “Judenrein”, ou seja, limpo de judeus. Eles negociaram com a Grã-Bretanha para ajudá-los a migrar para a Palestina, naquela época (durante a década de 1930), ainda um mandato britânico. Nisto, os britânicos não foram muito cooperativos, mas cada vez mais se migrar para a Palestina, para o grande desgosto dos árabes. O governo alemão, sob Goering, também tentou ajudar a estabelecer uma pátria judaica na grande ilha de Madagascar na costa da África.

Movimento Sionista.
A ideia de Madagascar tinha sido varias vezes discutida pelos próprios judeus no movimento sionista crescente. Theodore Hertzl, considerado o pai do movimento sionista, propôs um plano desse tipo já em 1896. Houve opiniões divididas sobre Madagascar entre os judeus, alguns a favorecer, alguns a favorecer a Palestina. Em qualquer caso, os alemães fizeram o que puderam para achar aos judeus uma pátria alternativa, embora, no curto espaço de tempo disponível antes da guerra nem a Palestina nem o projecto Madagascar materializaram-se.

“Paraíso Judaico” – EUA
De longe, o maior número de judeus migrou para o paraíso judeu do mundo, a saber, os Estados Unidos, onde seus parentes já foram arrebatando a Terra e chafurdando no leite e mel

O holocausto afirma uma mentira fantástica.
Os factos são estes: havia apenas 500 mil judeus na Alemanha, quando Hitler chegou ao poder. A maioria deles migrou para os EUA antes de 1939. Nunca houve mais de 3 milhões de judeus em todo o território que os exércitos de Hitler ocupou durante toda a guerra, por isso era claro, fisicamente impossível para eles matarem seis milhões. Como já foi dito, não há a menor evidência de que os alemães tenham proposto, sancionado ou contemplado essa política de extermínio.

Judeus declararam guerra à Alemanha.
Mesmo antes do início da guerra, os líderes judeus em uma base mundial tiveram anos antes, declarado que os judeus do mundo estava em guerra com a Alemanha, e que eles iriam utilizar seus poderes financeiros, morais e políticos imensos para destruir Hitler e a Alemanha nazi. Entre estes estava Chaim Weizmann, o líder sionista, que assim declarou em 5 de setembro de 1939. Ele foi entusiasticamente apoiado por todo o judaísmo internacional na presente declaração. Uma vez que era costume durante o tempo de guerra, por razões de segurança internar o inimigo e estrangeiros subversivos, os alemães internaram a maioria, mas não todos, dos judeus em seu território. Certamente os Estados Unidos e Canadá fizeram a mesma coisa mesmo aos nascidos japoneses, apenas pela cor de sua pele e sua ascendéncia. Também certamente foi feito com muito menos razão, já que os japoneses nativos eram cidadãos americanos ou canadianos e tinham expressado pouca ou nenhuma hostilidade para com os países em que eles nasceram. Considerando que a maioria dos japoneses americanos foram leais aos Estados Unidos, eles foram peremptoriamente tirados de suas fazendas na Califórnia e em outros lugares, geralmente a ter perdido suas terras para sempre quando a guerra terminou.

Judeus eram inimigos estrangeiros perigosos.
No entanto, os alemães internaram judeus em campos de internação, da mesma forma que os Estados Unidos e Canadá fizeram aos japoneses. Certamente eles tinham bem mais que um motivo para fazê-lo, como fez o Canadá ou os EUA. Os alemães também fizeram a outros estranhos e subversivos considerados como riscos a segurança e perigosos para o esforço de guerra. Uma diferença é que na Alemanha os internos foram colocados para trabalhar nas fábricas que eram ou já existentes nos campos onde foram criados, ou fábricas construídas nos campos.

Tratados humanamente.
Estes internados estavam bem tratados e bem alimentados, considerando recursos minguantes da Alemanha. Muitas vezes, suas rações excediam aquelas recebidas pelos próprios alemães.

Estatísticas judaicas confirmam a mentira.
Como prova adicional da mentira seis milhões, podemos verificar nas estatísticas em que os judeus colocam neles mesmos. O “World Almanac”, de 1938, lista o número de judeus no mundo como 16.588.259. Após a guerra, o New York Times, de propriedade de judeus, colocou o número de judeus do mundo com um mínimo de 15,6 milhões e um máximo de 18,7 milhões. A média os dois últimos números do New York Times seriam cerca de 17,1 milhões. Portanto, é impossível em qualquer trecho da imaginação que 6.000.000 judeus poderiam ter sido exterminados e acabar com um ganho líquido em um curto período de oito anos.

Judeus, os grandes vencedores da II Guerra Mundial.
Demais para as estatísticas. Há muitas outras que poderíamos citar que levam à mesma conclusão: a figura dos seis milhões é uma grande mentira. É verdade que muitas pessoas, foram mortas durante a guerra. Um total de 2.050 mil civis alemães foram mortos em ataques aéreos aliados e forçados a repatriação após a guerra. Até mesmo alguns judeus foram mortos. Mas relativamente, eles se saíram melhor e as baixas eram mais leves do que de outros combatentes envolvidos, especialmente considerando que todo o horrível conflito foi instigado pelos judeus, inventado pelos judeus, incitado e provocado pelos judeus.
Certamente as vítimas entre eles eram insignificantes, considerando que eles foram os arqui-instigadores e únicos beneficiários daquela terrível guerra, uma guerra que foi travada por irmão gentio contra irmão gentio, tudo para a ganância avarenta e benefício dos judeus.

Se a farsa dos seis milhões não tem base na realidade, surge a pergunta, por que os judeus querem promover uma mentira tão cruel e horrível?

Os judeus têm lucrado muito.
A resposta é: os judeus têm lucrado bastante com essa mentira atroz, pois eles têm um jeito de fazer isso como na maioria das mentiras que eles propagam.

1. Ele despertou a simpatia mundial para os judeus, quando o mundo deveria ter sido (e graças a Hitler, foi parcialmente) alertado para a natureza perigosa e destrutiva destes parasitas mundiais.

2. Ele agiu como um clube de moral e uma alavanca de propaganda com a qual eles têm extraído como chantagem 12 mil milhões de dólares do povo alemão como “reparações” para Israel e como “compensação” aos reclamantes judeus individuais. A insanidade desses créditos só pode ser compreendida quando consideramos que muitos contribuintes alemães hoje, que nem eram nascidos quando os supostos crimes teriam sido cometidos, estão a pagar “reparações” a um estado (Israel) que nem sequer existia naquela época. Além disso, a lista de reclamantes judeus, agora, mais de 35 anos depois, chegou a um escalonamento de 3.375.000, quando havia menos de 200 mil judeus na Alemanha depois de 1939.
Por ter sido tão fácil para os judeus, roubar os alemães por meio desta chamada “compensação”, o número de pretendentes inscritos contra o governo da Alemanha Ocidental triplicou nos últimos dez anos. Nada poderia ser a prova mais devastadora do descaramento de bronze da Mentira dos Seis Milhões.

3. A Mentira dos Seis Milhões tem sido uma ferramenta poderosa de propaganda que permitiu que os judeus roubassem a Palestina dos árabes em 1948, e erguer o estado bandido de Israel. Graças à Mentira dos Seis Milhões, os judeus tiveram o apoio e a bénção do mundo confuso, especialmente os Estados Unidos judaicamente infestado.

4. A Mentira dos Seis Milhões teve um efeito devastador em vergonha e descrédito do povo alemão. Considerando que os alemães deveriam ser homenageados pela luta nobre que travaram, a fim de expor e sacudir a peste judaica internacional, as poderosas e eficazes redes de propaganda judaica têm retratado os alemães como os vilões aos olhos do mundo crédulo.

5. Tem aliado e unido os judeus do mundo como nada mais tivera nos últimos mil anos. Embora a maioria dos judeus saibam que é uma mentira abominável, eles continuam insistindo constantemente sobre isso entre si (assim como para o mundo exterior), até que eles se tornaram tão hipnotizado por sua própria mentira que isso realmente se torna parte de sua religião. Nesta base desprezível, vastas somas de dinheiro foram levantadas entre os próprios judeus e centenas de organizações formadas.

Mentira do holocausto: grito de guerra judeu.
Esta mentira, então, tornou-se o grito de guerra do judeu moderno, uma continuação da mentira mais antiga em sua tumultuada história, ou seja, de que os judeus são uma raça perseguida. Isso funcionou maravilhas para eles. Tem sido devastadoramente eficaz como uma espada de dois gumes. Foi demolida qualquer tentativa da Raça Branca de manter sua própria integridade racial, ou mesmo qualquer forma de nacionalismo. Por outro lado, fez dos judeus fanaticamente nacionalistas quando se trata de Israel, fanaticamente racistas quando se trata de sionismo ou da raça judia.

Judeus agora mais poderosos do que nunca.
Tão poderosa ferramenta tem essa depravada Mentira dos Seis Milhões, que não apenas os indivíduos, mas os governos das nações se acovardam diante dele, enquanto os judeus se encarregar, silenciando toda e qualquer oposição. Dr. Max Nussbaum, o ex-rabino chefe da comunidade judaica em Berlim, abertamente se gabava em 11 de abril de 1953, “a posição que o povo judeu ocupa no mundo de hoje, apesar de suas enormes perdas, é dez vezes mais forte do que era há 20 anos atrás.”

Ele está certo na metade de sua declaração. Eles não sofreram “enormes perdas”, mas eles são dez vezes mais fortes do que eram antes daquele sangrento, fratricido holocausto, conhecido como Segunda Guerra Mundial, incitado e provocado pelos próprios judeus. Grande parte desta força aumentada que eles adquiriram foi graças a desprezível Mentira dos Seis Milhões.

Os corpos empilhados esqueléticos (extremamente magros) foram resultado de tifo. Tifo é uma doença que resultante de piolhos. Ela provoca diarreia grave, contínua, aguada e isso faz com emagrecimento ocorra muito rapidamente. É prevalente em lugares onde há muitas pessoas juntas, como em campos de concentração. Cadáveres normalmente incham por causa de gases naturais presos dentro dos pulmões e dos intestinos. Se os corpos foram “gaseificados”, como os judeus afirmam, eles teriam inchado.

Além disso, muitos prisioneiros tiveram a cabeça raspada, que foi uma tentativa de salvar suas vidas, pois os piolhos eram epidémicos e vivem no cabelo de seus hospedeiros. Se estes eram “campos da morte”, então por que se preocupar em tentar salvá-los? As pilhas de sapatos vistos foram o resultado de prisioneiros ganhando tamancos para manter seus pés em melhor forma e por ser mais higiénico.
No final da guerra, bombardeios aliados de ferrovias e outros meios de transporte impediram que alimentos chegassem aos presos e muitos morreram de fome, junto com a epidemia de tifo. Se olhares de perto e estiver a observar, vais ver que algumas presos eram, na realidade, não magro e esqueléticos, mas saudáveis no final da guerra. Alguns campos foram mais atingidos do que outros.

Os judeus acusam os gentios de tudo o que eles são e fazem. Isso não é diferente da farsa do cristianismo, onde tudo que Judeová é e faz, o culpado é Satan. Satan nunca mentiu para ninguém, nem mesmo assassinou quem quer que seja, dadas as histórias naquela Bíblia deles. No entanto, ele é culpado por tudo. Uma vez que estás ciente das tácticas e esquemas de judeus, um novo mundo se abre, onde tu podes ver a verdade e separar a verdade das mentiras. Judeová foi um assassino e mentiroso desde o início e NÃO Satan.

Quanto aos reais campos de concentração (gulags), a verdade é muito, muito trágica. A ideia de genocídio e de superioridade racial é judia, não gentia. Satan até mencionou para mim o quanto o povo russo sofreu terrivelmente sob o domínio dos judeus (comunismo). Abaixo está um pdf de um livro muito antigo que revela as atrocidades da era Stalin na antiga União Soviética. Josef Stalin (nome verdadeiro József Dugasvilli), era um judeu georgiano. “Dugasvilli”, em georgiano, significa “filho de um judeu.” (Seu sádico sócio Lavrenty Beria, também era um judeu da Geórgia).

“Os jornais americanos afirmam que Stalin tenha sido predestinado a salvar o cristianismo.”
-Dr. Josef Goebbels
“Os Diários de Goebbels”, editado e traduzido por Louis P. Lochner © 1971

Stalin assassinou em massa milhões e milhões de homens inocentes, mulheres e crianças – russos, ucranianos e outros. Muitos dos assassinatos, como o que ocorreu em Katyn, foram atribuídos a Hitler, mas a verdade foi saindo. Houve um filme sobre Katyn e como Stalin ordenou isso. Na década de 1950 após a morte de Stalin, seus crimes eram tão horríveis que o premiê soviético Nikita Khrushchev, que o sucedeu, removeutirou o corpo de Stalin de uma área de alto perfil: “Quando Nikita se tornou o líder da União Soviética, ele começou algo que chamou de “desestalinização.”
No início de 1956, ele derrubou todos os cartazes e estátuas de Joseph Stalin. Além disso, mudou o túmulo de Stalin para um lugar onde as pessoas não podiam vê-lo, e enterrou-o a 10 pés. ‘

Khrushchev refletiu sobre Stalin em suas memórias:
“Stalin chamou todos os que não concordavam com ele de “inimigos do povo.” Ele disse que queria restaurar a antiga ordem, e para essa finalidade, “os inimigos do povo”, tinham se conectado com as forças da reação internacionalmente. Como resultado, centenas de milhares de pessoas honestas pereceram. Todo mundo vivia com medo naqueles dias. Todos esperavam que a qualquer momento haveria uma batida na porta no meio da noite e que batida na porta provaria-se ser fatal…”

“Até o final de 1955, milhares de presos políticos haviam retornado para casa, e contaram suas experiências dos campos de trabalho gulag. Continuando a investigação sobre os abusos trouxe para casa a amplitude dos crimes de Stalin a seus sucessores. “

Citações acima de artigos da Wikipédia sobre Josef Stalin e Nikita Khrushchev.

Claro, a maioria das pessoas não conhecem ou ouvir estas coisas e quantas partes do mundo sofreram terrivelmente sob o comunismo judaico (China hoje em dia é um exemplo flagrante, com suas fábricas de trabalho escravo… os trabalhadores chineses obter quase nada, os judeus americanos e outros fora da China que possuem as fábricas e empresas ali ancinho em trilhões de dólares). Os judeus estão muito ocupados bateria nesse falso holoco $ t nas mentes da população para ganhar a simpatia ea piedade e privilégios especiais, e o público em geral está distraído das atrocidades reais.

Leia sobre os campos de extermínio REAIS, TODOS OPERADOS E EXECUTADO POR JUDEUS:

“Sobreviventes” do holoCONTO dizendo a verdade (Youtube): https://www.youtube.com/watch?v=hspMyYOR4YE

Direito de suas bocas eles afirmam que foram tratados humanamente. Eles tinham orquestras, peças de teatro, cinemas, creches e escolas para os seus filhos e até mesmo jogos escolares. Os adultos trabalhavam uma rotina normal de oito horas nas fábricas e escolas. Eles eram pagos e cartas eram autorizadas. Eles jogavam em times de futebol e ainda vinham equipes regionais para jogar nos campos. A quadra de esportes estava bem ao lado das alegadas “câmaras de gás”. Lá também havia bordéis e piscinas para os detentos.

O documentário abaixo desmascara o Holocausto:

A Farsa De Spielberg Osltimos Dias Da Grande Mentira https://archive.org/details/AFarsaDeSpi ... ndeMentira

Auschwitz As Câmaras De Gás São Uma Farsa: https://archive.org/details/AuschwitzAs ... outube.com

David Cole Em Auschwitz: https://archive.org/details/DavidColeEmAuschwitz

Link para e-books grátis em PDF que provam que o “Holocausto” NUNCA ACONTECEU:
aaargh.codoh.com/port/port.html

O Institute for Historical Review também tem muitos artigos altamente informativos sobre a verdade sobre o que realmente aconteceu na Segunda Guerra Mundial: http://www.ihr.org

Visite:
O Verdadeiro Holocausto: http://expondocomunismo.bucurialuisatan ... olocausto/
Expondo os Judeus: http://expondocomunismo.bucurialuisatan ... os-judeus/
Terceiro Reich e o Cristianismo: http://expondocomunismo.bucurialuisatan ... stianismo/

Who is online

Users browsing this forum: No registered users and 0 guests